Basquetebol PCD

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BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS

Praticado primeiramente como processo de reabilitação por soldados norte-americanos feridos em combate pós Segunda Guerra Mundial, o basquete em cadeira de rodas inicia sua trajetória desde o início dos Jogos Paralímpicos, estando presente em todas as edições do evento. No Brasil tal modalidade ganha força desde 1958, como a primeira modalidade a ser praticada por pessoas com deficiência no país. Apesar da popularidade, o Brasil ainda não conquistou medalhas na modalidade em Jogos Paralímpicos, obtendo seus melhores resultados no Rio 2016 onde o maculino ficou em 5º lugar e o feminino em sétimo. A Seleção Feminina alcançou as medalha de bronze No Parapan de Guadalajara (2011) e Toronto (2015).

 A modalidade é praticada por atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora, sob as regras da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). As cadeiras são padronizadas, conforme previsto na regra. A cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC).

CLASSIFICAÇÃO

A classificação funcional dos atletas depende do comprometimento físico-motor numa escala de 1, 2, 3, 4 e 4,5. Com objetivo de facilitar a classificação e a participação de atletas que apresentam qualidades de mais de uma classe distinta (os chamados casos limítrofes) foram criadas quatro classes intermediárias: 1,5 2,5 e 3,5. O número máximo de pontuação funcional em quadra não pode ultrapassar 14 pontos e vale a regra de que, quanto maior a deficiência, menor é a escala de classificação.

Fonte: Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC)

http://www.cbbc.org.br/saibamais/esporte